Há algo de muito errado com as Universidades.

Há muito em comum entre os recentes ocorridas na nossa USP e na Penn State americana, e creio que os dois casos são sintomáticos do que acontece nas universidades hoje em dia.
1- Defende-se um modelo de instituição que produz atletas, revolucionários, drogados, tudo, menos grandes pensadores, cientistas, mesmo grande profissionais.
2- Nos dois casos - e em qualquer universidade - uma minoria insana fala pela Universidade. A maioria faz pouco barulho e é dominada por aqueles.
3- Seja defendendo o uso de drogas dentro de uma universidade pública (a despeito da legislação fora dela), seja tomando partido de abusadores de menores, os alunos demonstram estar totalmente descolados da realidade, sem o menor senso de certo e erado, achando-se superiores ao não universitários. Utopia.
4- Os ocorridos repercutiram mais do que qualquer descoberta, qualquer livro, qualquer outro acontecimento deste ano nestas universidades.
Há algo de muito, muito errado com as Universidades.

Matamos, pois.


Matamos pois nos dizem sim, ou não,
Porque nem nos olhou, nos olhou feio,
Para manter, pra ter reputação,
Porque ultrapassou, pisou no freio,

Matamos por ganhar, perder um jogo,
Matamos por fortuna, mixaria,
Porque se demorou, porque foi logo,
Inveja, ódio, amor, ciumaria,

Matamos por bem pouco, por bastante,
Por causa de mentiras, da verdade,
Para se defender, só pra dar cabo,

Por Deus, por influência do Diabo,
Qualquer banal motivo relevante
Que justifique bem nossa maldade.

Sobre 1Coríntios 3:15.

Prometi a Joel Pinheiro provar que 1 Coríntios 3:15 não se referia ao purgatório. Acompanhamos todo o capítulo, pois:

1Co 3:1  E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a criancinhas em Cristo.
1Co 3:2  Leite vos dei por alimento, e não comida sólida, porque não a podíeis suportar; nem ainda agora podeis;
1Co 3:3  porquanto ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja e contendas, não sois porventura carnais, e não estais andando segundo os homens?
1Co 3:4  Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo; não sois apenas homens?
1Co 3:5  Pois, que é Apolo, e que é Paulo, senão ministros pelos quais crestes, e isso conforme o que o Senhor concedeu a cada um?

Havia rixa entre os cristãos coríntios: uns achavam que deviam seguir Paulo, que fundado a Igreja em Corinto, como narrado no livro de Atos; outros, Apolo, que continuou que continuou a obra em Corinto ( Atos 19:1). Paulo que argumenta que nenhum dos dois são nada, senão ministros, instrumentos de Deus.

1Co 3:6  Eu plantei; Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.
1Co 3:7  De modo que, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.
1Co 3:8  Ora, uma só coisa é o que planta e o que rega; e cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho.

Paulo usa uma planta como metáfora para explicar a obra: ele plantou, fundou a Igreja; Apolo regou, trabalhou para seu crescimento. Quem lhe deu crescimento efetivo, entretanto, foi Deus, de forma que ser partidário de um ou de outro é besteira.

1Co 3:9  Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus.
Aqui Paulo equivale as metáforas: a lavoura de Deus é o edifício de Deus; ora, a lavoura de Deus é a Igreja; logo, o edifício de Deus é a Igreja.
A partir do versículo 10, Paulo vai reforçar o dito acima, usando para isso a metáfora da construção no lugar da da lavoura.

1Co 3:10  Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei eu como sábio construtor, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele.
1Co 3:11  Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.
Paulo lançou o fundamento, fundou a Igreja em Corinto. Tal fundamento é o Evangelho de Jesus Cristo. Outro (Apolo, mas também qualquer outro) trabalhou para a complementação da obra, o crescimento dessa Igreja, com base no que Paulo havia feito.

1Co 3:12  E, se alguém sobre este fundamento levanta um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha,
1Co 3:13  a obra de cada um se manifestará; pois aquele dia a demonstrará, porque será revelada no fogo, e o fogo provará qual seja a obra de cada um.
Deus julgará como quem trabalhou a Igreja a edificou, se com material que dura, doutrinas e práticas verdadeiras e consistentes segundo o juízo de Deus, ou material perecível, doutrinas e práticas falsas e contraditórias, não necessariamente heresias, mas ensinamentos e práticas de valor espiritual nulo, que não se justificam espiritualmente, doutrina meramente humana.
1Co 3:14  Se permanecer a obra que alguém sobre ele edificou, esse receberá galardão.

Quem fizer bem a obra de Deus será recompensado por isso. Não será salvo por isso, mas, sendo salvo, receberá ainda mais.

1Co 3:15  Se a obra de alguém se queimar, sofrerá ele prejuízo; mas o tal será salvo todavia como que pelo fogo.
Quem fizer a obra de forma inconsistente não receberá galardão algum, verá que seu trabalho foi vão em tudo aquilo em que foi meramente doutrina humana. Mas será salvo, mas como que por um triz, como quem escapa de uma casa que está pegando fogo (pelo fogo = em meio ao fogo). Isso condiz mais com o contexto da metáfora. Também parece ser o que o grego diz, segundo M. R. Vincent:
By fire (διὰ πυρός)
Better, Rev., through fire. He will escape as through the fire that consumes his work, as one does through the flames which destroy his house.

As definições de “dya” por Strong e Thayer, no mínimo permitem essa interpretação ( e o meu conhecimento de grego só me permite consultar o dicionário):

Por Strong:
G1223
διά
dia
dee-ah'
A primary preposition denoting the channel of an act; through (in very wide applications, local, causal or occasional). In composition it retains the same general import: - after, always, among, at, to avoid, because of (that), briefly, by, for (cause) . . . fore, from, in, by occasion of, of, by reason of, for sake, that, thereby, therefore, X though, through (-out), to, wherefore, with (-in). In composition it retains the same general import.

Por Thayer:

G1223
διά
dia
Thayer Definition:
1) through
1a) of place
1a1) with
1a2) in
1b) of time
1b1) throughout
1b2) during
1c) of means
1c1) by
1c2) by the means of
2) through
2a) the ground or reason by which something is or is not done
2a1) by reason of
2a2) on account of
2a3) because of for this reason
2a4) therefore
2a5) on this account

Isolando-se o versículo, confesso que é possível traduzir tanto conforme você interpreta como conforme eu interpreto. No texto todo, entretanto, o purgatório não cabe.
 Essa é a opinião de Jon Gill:

yet so as by fire; with much difficulty, and will be scarcely saved; see 1Pe_4:17 with great danger, loss, and shame; as a man that is burnt out of house and home, he escapes himself with his own life, but loses all about him: so the Syriac version reads it, איך דמן נורא, "as out of the fire": see Zec_3:2. Or the sense is, that he shall be tried by the fire of the word, and convinced by the light of it of the errors, irregularities, and inconsistencies of his ministry; either in his time of life and health, or on a death bed; and shall have all his wood, hay, and stubble burnt up, for nothing of this kind shall he carry with him in his judgment to heaven; only the gold, silver, and precious stones; and will find that the latter doctrines, and not the former, will only support him in the views of death and eternity.

Além disso é preciso considerar duas coisas:

1º Esse texto se refere, exclusivamente, de obras de líderes, pregadores da Igreja. Se esse texto fosse sobre o purgatório, esse seria reservado a clérigos.
2º Tanto quem edifica bem como quem edifica mal passa pela mesma prova de fogo. Assim, ou todos os salvos, independente de obrar bem ou mal, passariam pelo purgatório, ou esse texto não fala sobre o purgatório.

1Co 3:16  Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?
1Co 3:17  Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque sagrado é o santuário de Deus, que sois vós.

A Igreja é o santuário de Deus, e quem o destruir será destruído, danado, não será salvo. Quem edifica mal, entretanto, não o destrói. Sua obra será destruída, ele, não.

O resto do capítulo não contradiz o exposto, pelo o que não me alongarei mais.

P.S.:  A Bíblia, os comentários e dicionários que usei podem ser baixados aqui.

O grande problema da teologia especulativa é que ela é especulativa ou A versão da Bíblia para a Vida Eterna.

Joel Pinheiro escreveu este post sobre a Vida Eterna. Tenho o costume de ler o site e, por isto, resolvi postar esta espécie de réplica protestante. Como faz tempo que não posto nada de verdade aqui, aqui vai.

A razão humana não pode alcançar o Transcendental, o Eterno, o Espiritual; mesmo os argumentos apologéticos que querem provar a existência de Deus não chegam do "lado de lá", param num Primeiro Motor, num Ser Necessário ou algo do tipo, cuja identidade está oculta "do lado de lá" (meio como um "Bóson de Higgs teológico": ninguém nunca viu, mas tudo é explicado por ele). O único acesso possível ao conhecimento do transcendental é a Revelação, ou seja, que Aquele que está do "outro lado" nos conte como Ele é.
Bom, se o Deus cristão é o verdadeiro Deus (e eu creio que seja), então esta Revelação é a Bíblia. E o que a bíblia diz: que, desde o pecado original, todos os homens nascem corrompidos e pecadores:
 Romanos 5:12 Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.

A questão não é só o que o homem faz ou não faz, mas sua própria natureza, o seu mais íntimo:
Genesis 6:5 Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente.
Mateus 17:19 Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.
Jeremias 17:9 Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?
(Isso é o que nós, protestantes, chamamos Depravação Total. Um bom texto sobre isso é http://bereianos.blogspot.com/2011/06/depravacao-total-antiga-e-profunda.html)

Bom, e o quê o homem pode fazer para se salvar? Nada. O homem só pode ser salvo pela Graça, pela boa vontade de Deus, que só pode ser alcançada pela Fé:
Efésios 2:4-10   Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,  estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo ( pela graça sois salvos ),  e nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus; para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça, pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie. Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.

Romanos 3:21-24  Mas, agora, se manifestou, sem a lei, a justiça de Deus, tendo o testemunho da Lei e dos Profetas,  isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus,  sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.

Então, é simplesmente crer?
Marcos 16:15-16 E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
João 3:16-19 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.

Todos serão julgados por suas obras:
2 Coríntios 5:10 Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal.
Colossenses 3:23-25  E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens,  sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis. Mas quem fizer agravo receberá o agravo que fizer; pois não há acepção de pessoas.
Mateus 16:27 Porque o Filho do Homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e, então, dará a cada um segundo as suas obras.

Ninguém, entretanto, será salvo por elas:
Efésios 2:8-9 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie.

Purgatório? Não, não há purgatório na Bíblia.
Esta é a versão da Bíblia para a Vida Eterna. A da Tradição da Igreja Católica, é verdade, não lhe nega, mas lhe acresce e retira coisas, distorcendo-a. Certamente, elas não são a mesma, e é preciso escolher uma para acreditar.
Eu creio na Bíblia.

Cristianismo e Capitalismo, de Rousas J. Roshdoony. (link)

Livreto curto e esclarecedor, principalmente nesses tempos em que libertários querem usar cristianismo para uma justificação teológica ao libertarianismo ( ou anarco-capitalismo) sem que este tenha comprometimento algum com o cristianismo...
Trechos:
"Para restaurar a verdadeira liberdade, devemos restaurar a verdadeira lei (Is 8.20). 
A Bíblia fala da “lei perfeita da liberdade” (Tg 1.25; 2.12), pois ela vê a lei de Deus 
como a própria fonte e fundamento da liberdade do homem. Devemos abandonar a 
idéia perigosa que liberdade significa um escape da lei: isso pode ser verdade somente 
se o escape for do comunismo, que não é lei verdadeira, mas sim tirania. A palavra 
tirania vem de uma antiga palavra grega com um significado simples: significa governo secular ou humano no lugar da lei, no lugar da verdadeira liberdade sob Deus."

"Isso significa que antes que a descapitalização, quer na forma de socialismo ou 
inflação, possa ocorrer, deve haver um colapso da fé e do caráter. Antes dos Estados 
Unidos começar seu percurso no socialismo e na inflação, ele teve que abandonar 
sua posição cristã. O povo passou a ver mais vantagem em gastar capital do que em 
acumulá-lo, em desfrutar prazeres superficiais do que viver em termos dos prazeres 
duradouros da família, fé e caráter."



Notas sobre a morte de bin Laden.

1) Antes de mais nada, estou mais inclinado a crer que é verdade do que a duvidar.
2) Seja como for, a credibilidade de Obama e da Casa Branca (são uma só) está baixa, ao menos fora dos EUA.
3) Nada muda de fato, a jihad contra os EUA e o Ocidente continua, a Guerra ao Terror também.
4) Nunca a teoria mimética de Girard foi tão bem demonstrada quanto agora: a união do povo americano, os festejos nas ruas republicanos parabenizando Obama, este e outros dizendo que " o mundo é um lugar mais seguro agora".
Isso independe de bin Laden ter sido o homem mal que foi e que causou os males que causou ou de ele ter morrido ou não ou ter morrido agora faz tempo: ele é o bode expiatório cujo sacrifício está botando ordem no mundo até tudo recomeçar...
5) Se bin Laden foi executado desarmado, nós temos sim um problema moral.
6) A notícia não valia a interrupção do Manhattan Connection, a notícia do mês ainda é o casamento real -acredite.

Argumento Liberal CONTRA a Legalização das Drogas.

Imagine um estabelecimento que cobrasse ingresso para a entrada, uma casa de shows, por exemplo: você paga a entrada, entra, vê o show, se diverte, e na hora de ir embora - você é impedido de sair. Isso é um absurdo, você diria, isso é violação do direito de ir e vir, sequestro mesmo.
Tá. Agora, imagine que, na porta do estabelecimento, estivesse escrito, em letras garrafais: AVISO, QUEM ENTRA NÃO SAI MAIS, ou PROIBIDA A SAÍDA ou CAMINHO SEM VOLTA ou algo que os valham. Então, você entra na intenção de não sair mais, de passar o resto da vida curtindo os shows daquela casa e tal. 
Bom, um dia, ou porque você enjoou do lugar, ou porque o desregramento daquela vida está fazendo mal à sua saúde, ou porque está acabando com ou seu dinheiro, ou porque sente falta da sua família, ou por qualquer outro motivo, você resolva sair do estabelecimento. Entretanto, você não pode sair - e você sabia disso quando entrou. 
É óbvio que isso também é um absurdo, é óbvio que seu direito de ir e vir estará sendo violado e que, a a partir do momento em que você decida sair do local e isso lhe seja impedido, você estará sequestrado. 
É óbvio que o funcionamento de tal tipo de estabelecimento deve ser proibido.
Pois bem, penso que com as drogas se dá algo análogo: não importa se você sabe que tal substância - não me interessa aqui focar em nenhuma específica, embora eu saiba diferenciá-las - vicia ou não, pois a questão não está na conhecimento do sujeito, mas na ação da droga sobre ele. Se ela afeta a capacidade de escolhas livres do indivíduo - e narcóticos não afetam apenas a capacidade de escolher entre parar de drogar-se ou não, nós sabemos - ela atenta contra a liberdade dele (pois, se alguém quer parar de utilizar determinada substância e não pode [e com não pode eu não quero dizer NÃO CONSEGUE por falta de esforço ou persistência mas, NÃO PODE porque isso lhe está quimicamente determinado, impedido]) e deve ser condenada e proibida. Ou sequestros consentidos devem ser legalizados.
P.S.: O argumento ainda não está perfeitamente elaborado, mas o essencial está aí.

A direita está tão mal assim?

É verdade que não temos partido de direita, entretanto, no campo da divulgação de idéias, a coisa melhorou absurdamente nos últimos cinco anos - aliás, a desilusão com a esquerda e  a guinada para o outro lado de muitos - minha - se deu nesse período.
Em 2007, havia apenas dois sites de corrente não esquerdista de peso, o de Olavo de Carvalho (e seu Mídia Sem Máscaras) e O Indivíduo, de Pedro Sette-Câmara e Sergio de Biasi.
De lá para cá, o Movimento Endireita Brasil e o Instituto Millenium cresceram, surgiram o Ordem Livre e
instituto Mises Brasil, a Dicta&Contradicta (revista & site) e o Ocidentalismo.org , fundou-se o Grupo de Estudos da Escola Austríaca - GEAA, na FEA-USP (USP!!!!). Há mesmo tentativas de partidos (Federalista, Libertários, Conservador), porém, sem força.
Sem contar a infinidade de blogs pessoais, como o meu, que, diferente do meu, são escritos por pessoas cultas, inteligentes, que sabem o que estão dizendo.
Entre nós, jovens entre os 20 e 35 anos, as idéias do conservadorismo e do liberalismo nunca estiveram tão divulgadas e, creio eu, é questão de tempo isso dar em algo - e melhor ainda se esse algo não tiver nada a ver com partidos políticos...


O Mal, porquê não???

Mar 7:21-22  Pois é do interior, do coração dos homens, que procedem os maus pensamentos, as prostituições, os furtos, os homicídios, os adultérios,  a cobiça, as maldades, o dolo, a libertinagem, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a insensatez;






Fanatismo religioso, bullying, pulsões sexuais reprimidas, distúrbio mental...
Sempre que massacres como o de Realengo acontecem, mil e uma explicações temerárias aparecem. Entretanto, uma é invariavelmente esquecida: o Mal.
Por quê? Talvez porquê o Mal seja desconcertantemente inxplicável - sim, crer que alguém comete uma atrocidade daquelas sem motivos maiores, por pura maldade, não faz nenhum sentido para nós, deixa-nos sem uma explicação razoável para nossa razão, simplesmente não responde.
Entretanto, penso que existe uma outra razão, não sei se consciente ou inconsciente, para essa repulsa ao Mal como explicação para tais atos: toda pessoa em sã consciência sabe que, lá no fundo, mesmo que seja caridosa, religiosa, boa cidadã, ela é má, ela tem o Mal dentro de si e, no final das contas, ela não é tão diferente assim daquele "monstro".
Penso, porém, que tomar consciência da nossa natureza má, caída, saber que somos capazes, sim, de maldades, atrocidades, de que, na verdade, nossos atos diferenciam-se dos deles mais em termos de grau do que de natureza, porque o Mal nos é natural, em uma palavra, humildade (perante Deus, perante nós mesmos e perante nossos semelhantes) é o melhor antídoto para evitar esses tipos de barbaridades.

Bolsonaro, o nosso bode expiatório??

Bolsonaro conseguiu trazer para si as pechas de direitista, milico, racista e homofóbico, ou seja, ele é o responsável por todo o mal do Brasil. Logo, ele precisa ser sacrificado (sim, ele provavelmente vai perder o mandato), para que a ira dos deuses seja aplacada e a normalidade volte às terras tupiniquins. Após o sacrifício, a paz e a ordem reinarão por aqui por um pouco de tempo - até tudo começar de novo.

Se René Girard estiver certo (e se eu entendi Girard), é isso que vai acontecer.

Quem viver verá.

Um discurso sobre Deus no auditório mais intelectualizado da cidade mais culta do mundo


Um discurso sobre Deus no auditório mais intelectualizado da cidade mais culta do mundo

Deus fez o mundo e tudo o que nele há.
Deus é o Senhor dos céus e da terra.
Deus não habita em templos construídos por seres humanos.
Deus não precisa de alguém que o ajude.
Deus dá a todos a vida, o fôlego e tudo o mais.
Deus criou a partir de um só homem todas as raças humanas para viverem na terra.
Deus definiu as etapas da história e as fronteiras dos países.
Deus fez tudo isso porque desejava ser procurado e achado, ainda que às apalpadelas.
Deus não está longe de ninguém.
Deus não tem nada a ver com os ídolos de ouro, prata ou pedra feitos pela arte e habilidade das pessoas. Ele nem sequer é parecido com tais objetos.
Deus ordena que todos os homens em todos os lugares se arrependam dos seus pecados.
Deus marcou em sua agenda uma data para julgar o mundo com justiça por meio do homem que ele designou e que já mostrou quem é ao ressuscitar Jesus.

Esse discurso de Paulo foi feito na colina do deus Áries (nome grego) ou Marte (nome latino), situada entre a Acrópole (a parte mais alta da cidade) e a Ágora (o mercado), na cidade de Atenas, a capital da Grécia e do helenismo, com 25 mil habitantes. O conselho da cidade (algo parecido com a Câmara Municipal) se reunia frequentemente naquele mesmo auditório. O convite para Paulo falar partiu de filósofos de duas escolas diferentes: os estoicos (discípulos de Zenão) e os epicureus (discípulos de Epicuro), que chamavam o apóstolo de “tagarela” e “pregador de coisas esquisitas” (At 17.20). Era uma elite complicada, pois os epicureus acreditavam que o prazer era o principal objetivo da vida e os estoicos entendiam que “os seres humanos devem ser livres das paixões, indiferentes à alegria ou ao sofrimento, aceitando calmamente todas as coisas como resultado da vontade divina”.

Atenas era famosa por ter sido, alguns anos antes, o centro das artes, da arquitetura, da política e da filosofia. Ali moraram Sólon (um dos sete sábios da Grécia), Platão (fundador da Academia) e Aristóteles (filósofo, educador e cientista).

O discurso de Paulo sobre Deus provocou a conversão de Dionísio, “o areopagita”, de Dâmaris, que provavelmente era uma mulher da alta sociedade, e de outras pessoas cujos nomes o historiador não cita (At 17.22-31).


Soneto sobre a Crucificação do Cristo.

Hans Holbein the Younger: Christ's Body in the Grave



Alguns dizem que foram os romanos
Que mataram Jesus a cruz e cravo
Com base nos direitos desumanos,
A injusta lei dos homens, nosso agravo.

Alguns dizem que foram os judeus
Que teriam matado o próprio rei,
Próprio Messias, mesmo o próprio Deus,
Pervertendo de Deus a própria lei

Sejam justos: fui eu, o meu pecado
Quem maltratou Jesus até a morte,
Cordeiro em sacrifício oferecido,

Mas, não tivesse Cristo se entregado,
Jamais teria Ele então morrido:
Não prevalece o fraco frente ao forte.

Petição Online: Isenção total de tributos municipais, estaduais e federais para os cidadãos de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis, referentes ao ano fiscal de 2011.

Leiam e divulguem.


Exma. Srª. Presidente da República, Exmo. Sr. Governador do Estado do Rio de Janeiro Exmos. Srs. Senadores da República, Exmos. Srs. Deputados Federais, Exmos. Srs. Deputados Estaduais do Rio de Janeiro, Exmos. Srs. Prefeitos de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis, Exmos. Srs. Vereadores de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis.

A tragédia provocada pela chuva nas cidades de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis, no Rio de Janeiro deixou patente a ineficiência do Estado em evitar, ao menos reduzir, a destruição e o prejuízo da tragédia.
O Estado permitiu-se que áreas de risco fossem indiscriminadamente ocupadas; cobrou impostos dos que as ocuparam; não avisou a população, pela defesa civil, das chuvas em intensidade mais forte que a comum, nem sequer se preparou para o ocorrido ( pelo contrário, foi noticiado que a defesa civil do RJ ignorou alerta de institutos de pesquisas meteorológicas)meter; não disponibilizou equipes de resgate suficientes para as proporções do ocorrido, de modo a minimizar o número de mortos e feridos; não planejou previamente como lidar de maneira minimamente digna com desabrigados e desalojados; não se preparou para lidar de modo minimamente digna com os mortos ( foi noticiado que mortos estão sendo enterrados em quintais).
Dada a notória, patente ineficiência do Estado em utilizar o dinheiro dos cidadãos de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis de modo a minimizar os efeitos das chuvas que assolaram a região serrana do Rio de Janeiro, e levando-se e, conta que os moradores, comerciantes e empresários da região necessitarão da totalidade de suas rendas e poupanças para reconstruir suas vidas e as suas cidades, viemos por meio dessa solicitar a isenção total de tributos municipais, estaduais e federais para os cidadãos de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis, referentes ao ano fiscal de 2011.

Os signatários.


Assinem aqui:


http://www.peticoesonline.com/peticao/isencao-total-de-tributos-municipais-estaduais-e-federais-para-os-cidadaos-de-areal-bom-jardim-nova-friburgo-petropolis-sao-jose-do-vale-do-rio-preto-sumidouro-e-teresopolis-referentes-ao-ano-fiscal-de-2011/55

De Extremismos e Distorções, ou Gramsci Rules!!!

O cara que atirou na deputada lá nos EUA é um extremista de direita? Não. A direita não prega que saiamos atirando nos desafetos, logo, a direitismo levado ao extremo não desembocaria em loucos atirando por aí.
Um anarquista é um cara de extrema esquerda? Não. A esquerda é justamente a idéia de que o Estado deva ser forte. Levar essa ideia ao extremo não dá no fim do Estado, nunca.
O consumismo é o extremo do capitalismo? Não, o capitalismo considera a poupança importante para a produção de riquezas e isso à décima potência não é consumismo nem aqui nem em lugar nenhum.
A Ku Klux Klan é um grupo de cristãos extremistas, ou fundamentalistas cristãos? Não, não e não. O amor ao próximo é um dos fundamentos da religião cristã. Logo, cristãos extremistas amam ao extremo, não o contrário.
Extremo virou sinônimo de distorção e essa distorção semântica - cognitiva, eu diria - tem nos impedido de levar nossas convicções corretas ao extremo.
Gramsci Rules!!!

Immanuel Kant e Hebreus 11.6 em litígio – John Piper

Immanuel Kant e Hebreus 11.6 em litígio – John Piper



C. S. Lewis achava que Immanuel Kant (falecido em 1804) foi um dos causadores dessa confusão. Ayn Rand, ateia, pensava o mesmo. Sua descrição muito inteligente da ética de Kant, mesmo que nem sempre historicamente exata, pelo menos mostra bem os efeitos paralisantes que ela parece ter tido sobre a igreja:

Kant disse que uma ação é moral apenas se a pessoa não tem o desejo de executá-la, e a faz por um senso de dever, sem tirar qualquer tipo de benefício dela, nem material nem espiritual. Um beneficio destrói o valor moral de uma ação. (Portanto, se alguém não tem nenhum desejo de ser mau, não pode ser bom; se tem, pode.)

Ayn Rand confundiu essa noção de virtude com o cristianismo e rejeitou prontamente toda a coisa. Mas isso não é cristianismo! Foi trágico para ela e é trágico para a igreja o fato de essa noção permear o ar da cristandade — a noção de que buscar a alegria é submoral, se não imoral.

Como seria bom se Ayn Rand tivesse entendido seu contemporâneo cristão Flannery 0'Connor:
Não creio que a renúncia ande junto com a submissão, nem mesmo que a renúncia seja um bem em si mesmo. Você sempre renuncia a um bem menor por outro maior; o oposto disso é pecado. [...] O esforço de submeter-se [•••] não é um esforço de submeter-se mas de aceitar, e com paixão. Quero dizer, possivelmente, com alegria. Retrate-me com meus dentes reluzindo de regozijo —também plenamente armado, pois a busca é altamente perigosa.

Amém!

Todo domingo de manhã, Hebreus 11.6 entra em litígio com Immanuel Kant: "Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam". Você não pode agradar a Deus se não se aproxima dele buscando recompensa! Por isso, a adoração que agrada a Deus é a busca do prazer em Deus. Ele é nossa recompensa excessivamente grande! Em sua presença há plenitude de alegria, e à sua destra, delícias perpetuamente. Adoração é o banquete do prazer cristão.

Immanuel Kant e Hebreus 11.6 em litígio – John Piper

Immanuel Kant e Hebreus 11.6 em litígio – John Piper


C. S. Lewis achava que Immanuel Kant (falecido em 1804) foi um dos causadores dessa confusão. Ayn Rand, ateia, pensava o mesmo. Sua descrição muito inteligente da ética de Kant, mesmo que nem sempre historicamente exata, pelo menos mostra bem os efeitos paralisantes que ela parece ter tido sobre a igreja:

Kant disse que uma ação é moral apenas se a pessoa não tem o desejo de executá-la, e a faz por um senso de dever, sem tirar qualquer tipo de benefício dela, nem material nem espiritual. Um beneficio destrói o valor moral de uma ação. (Portanto, se alguém não tem nenhum desejo de ser mau, não pode ser bom; se tem, pode.)

Ayn Rand confundiu essa noção de virtude com o cristianismo e rejeitou prontamente toda a coisa. Mas isso não é cristianismo! Foi trágico para ela e é trágico para a igreja o fato de essa noção permear o ar da cristandade — a noção de que buscar a alegria é submoral, se não imoral.

Como seria bom se Ayn Rand tivesse entendido seu contemporâneo cristão Flannery 0'Connor:
Não creio que a renúncia ande junto com a submissão, nem mesmo que a renúncia seja um bem em si mesmo. Você sempre renuncia a um bem menor por outro maior; o oposto disso é pecado. [...] O esforço de submeter-se [•••] não é um esforço de submeter-se mas de aceitar, e com paixão. Quero dizer, possivelmente, com alegria. Retrate-me com meus dentes reluzindo de regozijo —também plenamente armado, pois a busca é altamente perigosa.

Amém!

Todo domingo de manhã, Hebreus 11.6 entra em litígio com Immanuel Kant: "Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam". Você não pode agradar a Deus se não se aproxima dele buscando recompensa! Por isso, a adoração que agrada a Deus é a busca do prazer em Deus. Ele é nossa recompensa excessivamente grande! Em sua presença há plenitude de alegria, e à sua destra, delícias perpetuamente. Adoração é o banquete do prazer cristão.

Nota sobre o Ateísmo.

1. Ser ateu não é não crer que Deus exista; é crer que Deus não exista - questão de , portanto.
2. O ateu que "rejeita [descrê] o conceito de teísmo" aceita [crê] o conceito de ateísmo. Quem não tem convicção de que Deus não existe não diz que Deus não existem; como os agnósticos, diz que não sabe se sim ou se não.
São posturas diferentes: o agnóstico questiona a existência (e a inexistência) de Deus sem negá-la(s), pois sua posição está firmada em uma dúvida, em uma pergunta não respondida; o ateu não questiona a existência de Deus - ele a nega com a mesma convicção com que o crente a afirma. Tanto o ateu quanto o crente firmam sua posição não em uma dúvida, mas em uma certeza, uma convicção - uma crença, no fim das contas.
O ateísmo militante de Dawkins e Ritchens é prova disso: quem militaria por uma causa da qual não está convencida? No fim das contas, o ateísmo é a religião dos ateus - e estes podem ser tão fanáticos quanto qualquer religioso.
Quanto à "falta de evidências", eu poderia retrucar dizendo que, onde os ateus não enxergam evidências, os crentes as veem aos quilos. Mas a questão é outra: falta de evidência, assim como a falta de corpo não é prova de inexistência de crime, não é prova da inexistência de Deus nem de nada. É extremamente ingênuo apoiar-se neste argumento - que pode, sim, gerar convicção.

O Português de Portugal no Brasil. - Post de 02/01/2009

O novo Acordo Ortográfico me fez lembrar duas experiências que tive com o português português mesmo ( ha ha ha) ou, como dizem os lingüistas, o Português Europeu (PE) -  embora há quem jure que Portugal não é Europa…
As duas se deram enquanto eu via TV. E as duas foram bizarras. Como sói na TV. Não as contarei em ordem cronológica, mais em ordem de bizarrice, ao menos ao meu ver.
Primeira: assiti a dois filmes portugueses na TV – Capitães de Abril Um Filme Falado. Os dois na TV Cultura. Filme português na TV já é um acontecimento insólito, mas não tão surpreendente quanto o fato de que os filme tinham legendas. Em português. Como aquelas letrinhas amarelas obrigam seus olhos a lê-las (vai me dizer que consegue ignorá-las???), eu lia as falas dos filmes antes que os atores as dissessem. Com palavras do léxico de Portugal trocadas pelas do brasileiro. Além de não conseguir focar o centro da tela.
Segunda: no começo dos anos 2000, fim da época em que eu fazia o colégio e podia ver TV o dia inteiro, a TV Band passou uma novelhinha portuguesa chamada Morangos com Açúcar. O nome diz tudo. É a Malhação dos gajos, segundo dizem.
O canal fez muita propaganda do programa, então eu resolvi dar um olhada, até porque tinha curiosidade de ver como seria uma novela com sotaque da terrinha. Mas qual não foi minha a minha surpresa quando, ao sintonizar o canal 13 da minha TV, ouvir as falas não somente sem nenhum sotaque, mas.. com as vozes dos personagens de desenhos animados que eu estava acostumado a assistir – e que não continuo por pura falta de tempo.
Perguntei-me: mas, não vem de PORTUGAL ??? E lá não se fala PORTUGUÊS ????
Então eu percebi que, diferentemente de qualquer desenho ou filme que eu já tivesse assistido, as vozes encaixavam direitinho com o movimento da boca dos atores.
Intrigado, resolvi apertar a tecla SAP da minha TV, e … lá estava o sotaque lusitano que eu queria ouvir.
Sim, meu amiguinho, eles DUBLARAM o programa. Traduziram do Português… para o Português. Para o caso de algum brasileiro não entender Português…
Vê um trecho do programa que eu peguei no YouTube e se entender porque eles fizeram issom me explica. Porque eu não entendi.