Petição Online: Isenção total de tributos municipais, estaduais e federais para os cidadãos de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis, referentes ao ano fiscal de 2011.

Leiam e divulguem.


Exma. Srª. Presidente da República, Exmo. Sr. Governador do Estado do Rio de Janeiro Exmos. Srs. Senadores da República, Exmos. Srs. Deputados Federais, Exmos. Srs. Deputados Estaduais do Rio de Janeiro, Exmos. Srs. Prefeitos de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis, Exmos. Srs. Vereadores de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis.

A tragédia provocada pela chuva nas cidades de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis, no Rio de Janeiro deixou patente a ineficiência do Estado em evitar, ao menos reduzir, a destruição e o prejuízo da tragédia.
O Estado permitiu-se que áreas de risco fossem indiscriminadamente ocupadas; cobrou impostos dos que as ocuparam; não avisou a população, pela defesa civil, das chuvas em intensidade mais forte que a comum, nem sequer se preparou para o ocorrido ( pelo contrário, foi noticiado que a defesa civil do RJ ignorou alerta de institutos de pesquisas meteorológicas)meter; não disponibilizou equipes de resgate suficientes para as proporções do ocorrido, de modo a minimizar o número de mortos e feridos; não planejou previamente como lidar de maneira minimamente digna com desabrigados e desalojados; não se preparou para lidar de modo minimamente digna com os mortos ( foi noticiado que mortos estão sendo enterrados em quintais).
Dada a notória, patente ineficiência do Estado em utilizar o dinheiro dos cidadãos de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis de modo a minimizar os efeitos das chuvas que assolaram a região serrana do Rio de Janeiro, e levando-se e, conta que os moradores, comerciantes e empresários da região necessitarão da totalidade de suas rendas e poupanças para reconstruir suas vidas e as suas cidades, viemos por meio dessa solicitar a isenção total de tributos municipais, estaduais e federais para os cidadãos de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis, referentes ao ano fiscal de 2011.

Os signatários.


Assinem aqui:


http://www.peticoesonline.com/peticao/isencao-total-de-tributos-municipais-estaduais-e-federais-para-os-cidadaos-de-areal-bom-jardim-nova-friburgo-petropolis-sao-jose-do-vale-do-rio-preto-sumidouro-e-teresopolis-referentes-ao-ano-fiscal-de-2011/55

De Extremismos e Distorções, ou Gramsci Rules!!!

O cara que atirou na deputada lá nos EUA é um extremista de direita? Não. A direita não prega que saiamos atirando nos desafetos, logo, a direitismo levado ao extremo não desembocaria em loucos atirando por aí.
Um anarquista é um cara de extrema esquerda? Não. A esquerda é justamente a idéia de que o Estado deva ser forte. Levar essa ideia ao extremo não dá no fim do Estado, nunca.
O consumismo é o extremo do capitalismo? Não, o capitalismo considera a poupança importante para a produção de riquezas e isso à décima potência não é consumismo nem aqui nem em lugar nenhum.
A Ku Klux Klan é um grupo de cristãos extremistas, ou fundamentalistas cristãos? Não, não e não. O amor ao próximo é um dos fundamentos da religião cristã. Logo, cristãos extremistas amam ao extremo, não o contrário.
Extremo virou sinônimo de distorção e essa distorção semântica - cognitiva, eu diria - tem nos impedido de levar nossas convicções corretas ao extremo.
Gramsci Rules!!!

Immanuel Kant e Hebreus 11.6 em litígio – John Piper

Immanuel Kant e Hebreus 11.6 em litígio – John Piper



C. S. Lewis achava que Immanuel Kant (falecido em 1804) foi um dos causadores dessa confusão. Ayn Rand, ateia, pensava o mesmo. Sua descrição muito inteligente da ética de Kant, mesmo que nem sempre historicamente exata, pelo menos mostra bem os efeitos paralisantes que ela parece ter tido sobre a igreja:

Kant disse que uma ação é moral apenas se a pessoa não tem o desejo de executá-la, e a faz por um senso de dever, sem tirar qualquer tipo de benefício dela, nem material nem espiritual. Um beneficio destrói o valor moral de uma ação. (Portanto, se alguém não tem nenhum desejo de ser mau, não pode ser bom; se tem, pode.)

Ayn Rand confundiu essa noção de virtude com o cristianismo e rejeitou prontamente toda a coisa. Mas isso não é cristianismo! Foi trágico para ela e é trágico para a igreja o fato de essa noção permear o ar da cristandade — a noção de que buscar a alegria é submoral, se não imoral.

Como seria bom se Ayn Rand tivesse entendido seu contemporâneo cristão Flannery 0'Connor:
Não creio que a renúncia ande junto com a submissão, nem mesmo que a renúncia seja um bem em si mesmo. Você sempre renuncia a um bem menor por outro maior; o oposto disso é pecado. [...] O esforço de submeter-se [•••] não é um esforço de submeter-se mas de aceitar, e com paixão. Quero dizer, possivelmente, com alegria. Retrate-me com meus dentes reluzindo de regozijo —também plenamente armado, pois a busca é altamente perigosa.

Amém!

Todo domingo de manhã, Hebreus 11.6 entra em litígio com Immanuel Kant: "Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam". Você não pode agradar a Deus se não se aproxima dele buscando recompensa! Por isso, a adoração que agrada a Deus é a busca do prazer em Deus. Ele é nossa recompensa excessivamente grande! Em sua presença há plenitude de alegria, e à sua destra, delícias perpetuamente. Adoração é o banquete do prazer cristão.

Immanuel Kant e Hebreus 11.6 em litígio – John Piper

Immanuel Kant e Hebreus 11.6 em litígio – John Piper


C. S. Lewis achava que Immanuel Kant (falecido em 1804) foi um dos causadores dessa confusão. Ayn Rand, ateia, pensava o mesmo. Sua descrição muito inteligente da ética de Kant, mesmo que nem sempre historicamente exata, pelo menos mostra bem os efeitos paralisantes que ela parece ter tido sobre a igreja:

Kant disse que uma ação é moral apenas se a pessoa não tem o desejo de executá-la, e a faz por um senso de dever, sem tirar qualquer tipo de benefício dela, nem material nem espiritual. Um beneficio destrói o valor moral de uma ação. (Portanto, se alguém não tem nenhum desejo de ser mau, não pode ser bom; se tem, pode.)

Ayn Rand confundiu essa noção de virtude com o cristianismo e rejeitou prontamente toda a coisa. Mas isso não é cristianismo! Foi trágico para ela e é trágico para a igreja o fato de essa noção permear o ar da cristandade — a noção de que buscar a alegria é submoral, se não imoral.

Como seria bom se Ayn Rand tivesse entendido seu contemporâneo cristão Flannery 0'Connor:
Não creio que a renúncia ande junto com a submissão, nem mesmo que a renúncia seja um bem em si mesmo. Você sempre renuncia a um bem menor por outro maior; o oposto disso é pecado. [...] O esforço de submeter-se [•••] não é um esforço de submeter-se mas de aceitar, e com paixão. Quero dizer, possivelmente, com alegria. Retrate-me com meus dentes reluzindo de regozijo —também plenamente armado, pois a busca é altamente perigosa.

Amém!

Todo domingo de manhã, Hebreus 11.6 entra em litígio com Immanuel Kant: "Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam". Você não pode agradar a Deus se não se aproxima dele buscando recompensa! Por isso, a adoração que agrada a Deus é a busca do prazer em Deus. Ele é nossa recompensa excessivamente grande! Em sua presença há plenitude de alegria, e à sua destra, delícias perpetuamente. Adoração é o banquete do prazer cristão.

Nota sobre o Ateísmo.

1. Ser ateu não é não crer que Deus exista; é crer que Deus não exista - questão de , portanto.
2. O ateu que "rejeita [descrê] o conceito de teísmo" aceita [crê] o conceito de ateísmo. Quem não tem convicção de que Deus não existe não diz que Deus não existem; como os agnósticos, diz que não sabe se sim ou se não.
São posturas diferentes: o agnóstico questiona a existência (e a inexistência) de Deus sem negá-la(s), pois sua posição está firmada em uma dúvida, em uma pergunta não respondida; o ateu não questiona a existência de Deus - ele a nega com a mesma convicção com que o crente a afirma. Tanto o ateu quanto o crente firmam sua posição não em uma dúvida, mas em uma certeza, uma convicção - uma crença, no fim das contas.
O ateísmo militante de Dawkins e Ritchens é prova disso: quem militaria por uma causa da qual não está convencida? No fim das contas, o ateísmo é a religião dos ateus - e estes podem ser tão fanáticos quanto qualquer religioso.
Quanto à "falta de evidências", eu poderia retrucar dizendo que, onde os ateus não enxergam evidências, os crentes as veem aos quilos. Mas a questão é outra: falta de evidência, assim como a falta de corpo não é prova de inexistência de crime, não é prova da inexistência de Deus nem de nada. É extremamente ingênuo apoiar-se neste argumento - que pode, sim, gerar convicção.

O Português de Portugal no Brasil. - Post de 02/01/2009

O novo Acordo Ortográfico me fez lembrar duas experiências que tive com o português português mesmo ( ha ha ha) ou, como dizem os lingüistas, o Português Europeu (PE) -  embora há quem jure que Portugal não é Europa…
As duas se deram enquanto eu via TV. E as duas foram bizarras. Como sói na TV. Não as contarei em ordem cronológica, mais em ordem de bizarrice, ao menos ao meu ver.
Primeira: assiti a dois filmes portugueses na TV – Capitães de Abril Um Filme Falado. Os dois na TV Cultura. Filme português na TV já é um acontecimento insólito, mas não tão surpreendente quanto o fato de que os filme tinham legendas. Em português. Como aquelas letrinhas amarelas obrigam seus olhos a lê-las (vai me dizer que consegue ignorá-las???), eu lia as falas dos filmes antes que os atores as dissessem. Com palavras do léxico de Portugal trocadas pelas do brasileiro. Além de não conseguir focar o centro da tela.
Segunda: no começo dos anos 2000, fim da época em que eu fazia o colégio e podia ver TV o dia inteiro, a TV Band passou uma novelhinha portuguesa chamada Morangos com Açúcar. O nome diz tudo. É a Malhação dos gajos, segundo dizem.
O canal fez muita propaganda do programa, então eu resolvi dar um olhada, até porque tinha curiosidade de ver como seria uma novela com sotaque da terrinha. Mas qual não foi minha a minha surpresa quando, ao sintonizar o canal 13 da minha TV, ouvir as falas não somente sem nenhum sotaque, mas.. com as vozes dos personagens de desenhos animados que eu estava acostumado a assistir – e que não continuo por pura falta de tempo.
Perguntei-me: mas, não vem de PORTUGAL ??? E lá não se fala PORTUGUÊS ????
Então eu percebi que, diferentemente de qualquer desenho ou filme que eu já tivesse assistido, as vozes encaixavam direitinho com o movimento da boca dos atores.
Intrigado, resolvi apertar a tecla SAP da minha TV, e … lá estava o sotaque lusitano que eu queria ouvir.
Sim, meu amiguinho, eles DUBLARAM o programa. Traduziram do Português… para o Português. Para o caso de algum brasileiro não entender Português…
Vê um trecho do programa que eu peguei no YouTube e se entender porque eles fizeram issom me explica. Porque eu não entendi.