Calvino, Chesterton e as Fábricas Pós-Modernas de Ídolos.

Calvino disse que o coração do homem é uma fábrica de ídolos. O que o reformador do séc. XVI escreveu vale para os dias de hoje, já que baseia-se em ensinos bíblicos, eternos.
Três textos de três autores de três áreas e linhas de pensamentos totalmente diferentes deixam bem clara a manifestação da idolatria em nossos dias. O teólogo reformado Maurício Zágari, autor do excelente livro "A Verdadeira Vitória do Cristão", escreve em seu blog sobre a Religião Internet; Joel Pinheiro, filósofo católico e editor da Dicta&Contradicta, sobre a Religião Futebol; Denis Rosenfield, filósofo liberal da UFRGS, sobre a Religião Ambientalista.
Alguém já disse - talvez Rushdoony, não sei - que tudo é religião. Talvez não em sua origem, mas, dada a constituição religiosa do ser humano, criado para viver coram Deo, e sua condição decaída, tudo - política, futebol, rock, sexo, filosofia, prazer, liberdade, mesmo a crença na inexistência de Deus, etc. - tudo se torna objeto de culto idólatra. Como dizia Chesterton, quando o homem não acredita em Deus ele não passa a não acreditar em nada, mas a acreditar em qualquer coisa.

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