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Um país fechado para Deus – será?

Um país fechado para Deus – será?


Essa é para você que já deixou o formato do seu bumbum na deformado na cadeira da igreja:
Coréia do Norte
Desde agosto de 1945, ao fim da Segunda Guerra Mundial, a península coreana foi dividida por uma linha invisível chamada Paralelo 38. De um lado, a Coréia do Sul com economia estável e governo democrático; do outro, a Coréia do Norte, atualmente a primeira colocada no ranking dos países que mais perseguem o cristianismo no mundo, não permitindo, em hipótese alguma, a liberdade política ou religiosa. Apesar de a igreja na Coréia do Norte ter começado há cerca de 120 anos, é marcada hoje pelo martírio cruel daqueles que permanecem firmes na fé. Paul Estabrooks, autor do livro Fuga da Coréia do Norte, informa que, no ano de 2005, mais de 20 cristãos foram mortos em fuzilamentos públicos ou por espancamentos nos campos de prisão norte-coreanos.
Foi de um ponto da divisa desse país que recebemos recentemente uma informação de um obreiro local. Ele foi despertado de madrugada com a notícia de que alguns homens que haviam cruzado o rio que divide a Coréia do Norte da China, com o objetivo de pregar o evangelho, foram pegos enquanto distribuíam certos “livros”. Do grupo, 28 foram torturados e mortos enquanto apenas dois conseguiram fugir e cruzar novamente o rio. Os que sobreviveram estão firmemente decididos a retornar ao local de risco e dar continuidade ao trabalho já iniciado. O clamor deles é para que haja intercessão!
A maneira como esse homem termina seu relato tocou-me profundamente:
Levantei-me para pensar e ligar pedindo ajuda. São 2h00 da madrugada. Tentei ligar; impossível, não consegui achar ninguém… Então decidi orar ao SENHOR e pedir que os ajude. Pedidos vêm da China e da Coréia. Meu coração está atribulado. O que eu faço? As pessoas imploram por Bíblias, por comida, por fundos. São duas da madrugada e permaneço clamando ao Senhor.
Imaginava?

Breve Reflexão Pascal – O Ocidente pós-cristão.

O Ocidente se funda em dois fatos: a mortalidade de Sócrates e a imortalidade de Cristo.

A morte de Sócrates fundamenta toda a nossa filosofia. Basta lembrar que quase a totalidade dos diálogos platônicos tem como personagem Sócrates, inclusive a sua Apologia, e, quanto a Aristóteles, o exemplo de silogismo mais expressivo e conhecido de sua lógica é:
Todos os homens são mortais,
Sócrates é um homem,
Logo, Sócrates é mortal.
Todo o resto da filosofia ocidental deriva disto, inclusive o que o refuta, e nisto se fundo o nosso senso de racionalidade e de mortalidade.
Já a obra de Cristo na Terra, Sua vinda, Sua morte e Sua ressurreição, deu ao Ocidente o senso de espiritualidade e de imortalidade. Sim, Sócrates já cria na imortalidade na alma, mas não nos esqueçamos que a eternidade sem Cristo não é mais que a morte eterna. Foi Cristo quem disse:
“Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá.”
João 11:25
Foi isso que permitiu ao Ocidente se desenvolver do jeito que se desenvolveu: um equilíbrio entre razão e fé, ciência e religião, filosofia e teologia.
Entretanto, desde o Iluminismo que assistimos à construção de um Ocidente pós-cristão, destituído de fé, espiritualidade e, conseqüentemente, de profundidade, uma civilização onde toda a virtude é a razão, onde o homem não passa de carne destinada a apodrecer, onde todos estão sob o domínio de Hades. O Ocidente de hoje é um homem que não pode mais se equilibrar, pois teve sua perna amputada. Isso tudo que temos visto.
O Ocidente pós-cristianismo é igual ao Ocidente pré-cristianismo e aquele precisa da mesma coisa que este precisava: de Cristo.
Feliz Páscoa.